
A Sociedade Mineira de Engenheiros, a SME, está nas Redes Sociais. Esta WIKI é o começo do Plano de Mudanças que estamos desenvolvendo. Queremos que a Instituição seja mais ágil e interaja melhor com os associados. Participe! Debata, dê sua opinião sobre mudanças e nos envie sugestões.
Quem Somos
Nossa Trajetória
Estatuto
Metas e Objetivos
Missão
Atual Diretoria
Equipe
Dúvidas Sobre a Entidade
ART 0086
Uma resolução normativa de 23 de agosto da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) liberou o uso no Brasil de mais um recurso tecnológico para inclusão às redes de telecomunicações. O PLC (Power Line Communications) é um sistema conhecido há muito tempo e utiliza a rede elétrica como meio metálico de transporte de comunicações analógicas ou digitais. Tem sido utilizado há décadas em comunicações internas distantes no sistema elétrico (telefonia, supervisão e comando) e, agora, ingressa na prestação de serviços públicos de telecomunicações.
A intervenção da ANEEL regulamentou a participação das empresas distribuidoras de energia elétrica nesse negócio porque, não podendo explorar diretamente serviços públicos de telecomunicações, já podem fazê-lo por meio de parcerias ou da criação de subsidiárias.
A concepção atual do PLC baseia-se na inserção de sinais de comunicações na rede de fios dos circuitos secundários dos transformadores de distribuição de energia elétrica, os quais, tipicamente, alimentam uma média de 50 consumidores urbanos em um raio de até 600 metros (os transformadores de distribuição são aqueles instalados nos postes, que têm a função de reduzir a tensão elétrica residencial para 127 Volts). Assim, qualquer tomada de energia de um domicílio conectada a um modem PLC pode ser um ponto de acesso à uma rede de telecomunicações.
Do ponto de vista funcional, a primeira geração de produtos PLC disponível no mercado acena com taxas de transferência de até 75 Mbps, o que, em termos de banda larga, ainda os coloca em posição inferior aos 200 Mbps das placas de rede comuns. O site da CEMIG relata experiências de campo em torno de 4,5 Mbps, o que, para 45 usuários conectados ao mesmo tempo, ofereceria 100 Kbps a cada um, limitando os acessos a serviços de telefonia e internet em baixas taxas.
Mas a sua importância decorre da capilaridade que a rede elétrica oferece no ambiente urbano brasileiro, onde a conexão física já está estabelecida nos domicílios. Torna-se, então, extremamente atraente em termos econômicos porque essa infra-estrutura, a menos de pequenos investimentos em adaptação, já está pronta. No Brasil, das empresas que oferecem serviços e produtos de interesse público (“utilities”) através de rede metálica, as distribuidoras de energia elétrica são as que têm maior presença no domicílio do usuário, à frente das “telefônicas” e das redes de TV a cabo que somente agora começam a se popularizar.
A tecnologia PLC pode substituir, na rede de telecomunicações, a última etapa da conexão dedicada ao usuário: a rede de acesso, simbolicamente chamada de “last mile” (última milha). A rede de acesso é, atualmente, o gargalo econômico dos sistemas fixos (conexão metálica). Isto porque, nos sistemas modernos de telecomunicações, os avanços da tecnologia influíram mais decisivamente no barateamento (e na aproximação física com o usuário) dos componentes “inteligentes” da rede, como as centrais de comutação (de circuitos ou pacotes de dados) e o entroncamento entre as centrais (locais ou distantes) através da eletronização e digitalização dos equipamentos e do uso das fibras ópticas.
O PLC pode vir a ser mais um agente efetivo no aumento da competição nos serviços de telecomunicações, ao lado das redes “telefônicas”, das TV a cabo e das redes “wireless” (sem fios), beneficiando o consumidor pelas possibilidades de redução dos preços de tarifas e melhoria do atendimento e da qualidade dos serviços.
Fonte: Portal Uai/Ciência e Tecnologia
Flávio Carvalho é superintendente técnico da SME e membro da Comissão Técnica de Educação em Engenharia; é técnico em eletrônica, engenheiro eletricista, pós-graduado em engenharia econômica e tem cursos de especialização nos EUA, Canadá e Japão. Especilizou-se em tecnologia e gestão de telecomunicações, exercendo atividades de manutenção, operação, projeto e construção de redes, desenvolvimento tecnológico e industrial, coordenação de desenvolvimento de sistemas de informação e operação, magistério e coordenação de cursos de nível médio, graduação e pós-graduação.
Iniciativa visa estreitar laços com profissionais de engenharia, arquitetura e agronomia
Foi lançada na Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), no dia 25 de novembro, no Plenário Paulo Portugal, às 19h40, a Frente Parlamentar de Engenharia, Arquitetura e Agronomia. O evento foi presidido pelo líder de governo na Casa e idealizador da Frente, Paulo Lamac (PT). A Frente também é composta pelos vereadores Silvinho Rezende (PT), Leonardo Mattos (PV), Adriano Ventura (PT) e Paulo Sérgio ‘Paulinho Motorista’ (PSL).
Além do presidente, compuseram a mesa o vereador Leonardo Mattos (PV); o presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais (CREA-MG), Gilson Queiroz; o presidente da Sociedade Mineira de Engenheiros (SME), Márcio Damazio Trindade; o presidente da Federação de Associações de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Estado de Minas Gerais (FAEA – MG), Maurício Fernandes da Costa; o presidente da Associação Brasileira de Engenheiros Civis (ABENC), Iaconan Moreira; o presidente da Associação dos Profissionais Liberais de Engenharia, Arquitetura, Agrimensura e Agronomia da Prefeitura de Belo Horizonte (APLENA), Júlio de Marco e o diretor-presidente da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (URBEL), Claudius Vinicius Leite Pereira.
Os presentes foram entretidos pela música do conjunto Brasileirinhos, que cantou sob a regência da maestrina Ernânia Belga Otoni Porto.
Paulo Lamac manifestou grande satisfação pelo lançamento oficial da Frente Parlamentar. Afirmou que a iniciativa aproxima a CMBH das entidades e órgãos representativos das profissões tecnológicas, como instituições de ensino, sindicatos, clubes de engenharia, conselhos profissionais e federações de indústrias. Informou que os objetivos da Frente são a defesa, o apoio, a promoção e a valorização do trabalho desses profissionais numa comunhão de força e ideias.
Apontou que a Frente Parlamentar da Engenharia, Arquitetura e Agronomia “vai fomentar o debate com toda a sociedade e estreitar os laços com os profissionais da área em busca de soluções urbanísticas e arquitetônicas para uma cidade mais humana e eficiente”.
Superação
O vereador Leonardo Mattos relatou que, em 1977, quando resolveu prestar o vestibular, escolheu o curso de Engenharia, mas em razão de um acidente ocorrido três dias antes da prova, ficou paraplégico e considerou que seria impossível exercer a profissão naquelas condições. Optou então pelo curso de Economia. O parlamentar avaliou, no entanto, que o mundo mudou tanto desde então, que, atualmente, percebe que poderia ser engenheiro, mesmo paraplégico.
Destacou que o colega Paulo Lamac é o responsável pelo lançamento da Frente, graças à sua habilidade de agregar pessoas e ao seu firme propósito de lutar em favor dos engenheiros e arquitetos e melhores projetos para Belo Horizonte. O parlamentar entende que “o Poder Legislativo precisa aproximar-se mais da sociedade, não apenas por meio da imprensa, mas também por meio do trabalho das frentes parlamentares”, que, segundo ele, são capazes de criar mecanismos de discussão de temas importantes.
A profissão
Como engenheiro, o diretor-presidente da Companhia Urbanizadora de Belo Horizonte (URBEL), Claudius Vinícius Leite Pereira, manifestou seu profundo amor pela profissão, que, segundo ele, oferece a oportunidade de transformar o meio em que o homem vive. De acordo com ele, “se o homem é fruto do meio, e o meio é transformado, certamente, o homem também é transformado”.
O diretor-presidente da URBEL acrescentou que a Companhia tem elaborado grandes projetos para Belo Horizonte, sendo perceptível o impacto positivo na vida pessoas, que constatam melhorias em suas residências, nas vias públicas e outros espaços. Afirmou que a engenharia tem caráter transformador, além de gerar grande quantidade de empregos. Registrou, ainda, que, nos locais em que são realizadas obras, há redução significativa de crimes, como o homicídio.
O presidente da Sociedade Mineira de Engenheiros, Márcio Damazio Trindade, registrou a importância da criação de inúmeras frentes parlamentares e da união de entidades em defesa da engenharia. Destacou então a importância do papel da CMBH nesse sentido.
Damazio lembrou o momento em que o Município de Ouro Preto não teve mais condições de ser a capital de Minas Gerais. Considerou que Belo Horizonte precisa de medidas urgentes que a tornem uma cidade mais atraente e digna de ser a capital mineira.
O presidente do CREA-MG, Gilson Queiroz, considerou que “obras de engenharia e arquitetura impactam, diretamente, a vida do cidadão, trazendo-lhe mais conforto e felicidade”. Apontou a importância da Frente, uma vez que o CREA passa a ter a oportunidade de procurar os vereadores para tratar de questões que estão presentes na sociedade.
Registrou a aprovação, a nível federal, da Lei apelidada de “Engenharia Pública”, que garante à população a assistência gratuita de um engenheiro e de um arquiteto em sua obra. Salientou a necessidade de a CMBH inserir na Lei do Orçamento Anual - LOA - o encaminhamento de recursos para oferecer esse serviço à população belo-horizontina.
Segundo Queiroz, há necessidade de uma discussão técnica sobre a questão da mobilidade urbana. Ele citou como exemplo a proposta de passagem subterrânea, que considerou louvável, embora seja contra o estacionamento subterrâneo. Explicou que, diante da frota alta de veículos em Belo Horizonte, é necessário restringir a circulação de automóveis e trabalhar para oferecer à população um transporte público de qualidade.
Disse, ainda, que com a realização da Copa do Mundo, no Brasil, em 2014, obras serão executadas em Belo Horizonte e não se pode permitir projetos que visem apenas esse momento, mas que seja considerada uma perspectiva maior de utilização.
O presidente da APLENA, Júlio de Marco, destacou que, por meio da Frente Parlamentar de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, abre-se um espaço para discussão direta, com os municípios, de temas como a sustentabilidade. Relatou que Belo Horizonte nasceu de um projeto de engenheiro, cujo modelo foi copiado por outros municípios, daí a importância de debater temas afetos à engenharia, de forma a criar uma Cidade sustentável.
Já o presidente da Federação de Associações de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Minas Gerais, Maurício Fernandes da Costa, colocou a entidade à disposição da Frente para discutir e trabalhar temas de interesse dos engenheiros e arquitetos, que resultem em obras para o bem-estar da população.
Informações na Superintendência de Comunicação Institucional (3555-1105/3555-1445).
Fonte: Câmara Municipal de BH
Em dezembro de 2.006 a Sociedade Mineira de Engenheiros, através de sua Comissão Técnica de Transportes, protocolou junto ao 6º UNIT – Belo Horizonte, um ofício solicitando e sugerindo a implementação do Plano Diretor Nacional Estratégico de Pesagem, parte integrante dos Projetos Estruturantes do CETRAN.
Este programa contemplava a elaboração do Plano Diretor que dotaria as rodovias federais de um sistema de controle de tráfego dinâmico e contínuo, orientando a localização de postos de pesagens através de modernas balanças e postos inovadores, cujos objetivos são comuns aos que a SME recomendava, quais sejam:
- redução do custo Brasil
- assegurar a vida útil dos pavimentos, pontes e viadutos
- redução do número de acidentes
Em março de 2.007 a SME promoveu no Terraço Célia Souto Mayor, através de seu programa “SME-19 HORAS” uma Palestra sobre o Plano Diretor de Pesagem, proferida pelo economista Luiz Cláudio dos Santos Varejão, Coordenador de Operações Rodoviárias do DNIT Brasília, abordando bem o tema e demonstrando os vários tipos e sistemas de controle e pesagens existentes no Brasil e no exterior.
Este plano está previsto no PAC- Plano de Aceleração do Crescimento com verba prevista de 666 milhões de reais incluindo instalação de 148 postos de pesagens em todo o pais.
Apostando na idéia e defendendo a necessidade e o fortalecimento dos efeitos consideráveis que a implantação das balanças representava grandes benefícios à nossas estradas, tanto em sua conservação quanto na segurança dos usuários, a SME acompanhava de perto a posição do DNIT no desenvolvimento deste processo.
Hoje, vemos o fato consumado com a implantação deste posto de pesagem em operação na BR-020 em Goiás, onde foram registrados 4,5 milhões de quilos de cargas em excesso, apenas no mês de outubro/08 conforme Informe DNIT, Ano III, nº 12 publicação do mês de dezembro do ano passado. Neste mês foram registrados 29.344 veículos (caminhões e ônibus) passando pela balança de precisão instalada no km 12 do trecho da BR-020/GO, no município de Formosa, na divisa de Goiás e o Distrito Federal dentre os quais 5.897 veículos estavam com carga excessiva transportando 4,5 milhões de quilos acima do permitido por Lei.
A SME e sua Comissão Técnica de Transportes continuarão sua missão permanente na solicitação e cobrança da implantação de todo o projeto constante do PAC distribuídos em todo o Brasil o que nossas estradas agradecem.
Dirceu Carneiro Brandão
Membro da Comissão Técnica de Transportes da SME
As opiniões, debates e depoimentos dos Membros das Comissões Técnicas SME
Cerca de 40 membros e coordenadores das Comissões Técnicas da Sociedade Mineira de Engenheiros – SME compareceram à reunião com o presidente, Márcio Damazio Trindade, no dia 03 de fevereiro, e definiram que a informatização será ferramenta prioritária para a execução dos trabalhos das Comissões Técnicas – CT’s. Durante reunião, os participantes trataram de questões como interação entre os membros, o uso da tecnologia da informação como peça fundamental de trabalho para a diminuição de tempo e custos, para incentivar a integração entre os membros e sobre o papel dos engenheiros na sociedade mineira.
Márcio Damazio Trindade explicitou que é importante que a SME, por meio das CT’s, vá até às escolas da Capital e do interior de Minas com palestras e ações sobre questões que envolvem as engenharias mineiras. “A SME só se revela através das Comissões. A função das entidades de classe é doar sua contribuição para pregar nova mentalidade e idealismo. E como fazer para criarmos parcerias e união para não deixar haver uma desintegração? Não queremos que nenhuma entidade perca sua identidade. Precisamos nos unir. Essa é a nossa posição”, ressalta o presidente da SME.
O coordenador de TI da SME, Alexandre Batista da Silva, apresentou à diretoria e as CT’s as novas ferramentas de informática que estão em fase de implantação e aperfeiçoamento para difundir, com mais rapidez e amplitude, as informações da Entidade e criar um acervo virtual. “O importante é que teremos um local para discussão, para a integração entre os participantes sempre que puderem e quiserem. Por isso, temos desenvolvido as redes sociais, wiki’s, orkut, fórum, twiter, reuniões online e blog’s, para criar um espaço aberto para a expressão de cada um; e o site permanece mais institucional. Em um futuro não muito distante, as reuniões virtuais também se tornarão possíveis”, esclarece Alexandre.
“Vai agilizar muito e dinamizar o tempo, podemos dar nossa contribuição no horário de almoço e não comprometermos o nosso tempo”, afirmou o engenheiro Fabiano Soares Panisse.
O engenheiro Milton Nogueira, membro da Comissão de Ciência e Tecnologia e Inovação, solicitou que a SME também discutisse os assuntos em âmbito social e levasse as discussões do mundo da engenharia para a comunidade mineira. “Tudo na engenharia reflete na sociedade. Precisamos discutir, em âmbito nacional, a Bioengenharia, a qualidade das estradas e a construção civil, a clonagem e tantos outros assuntos. Esses assuntos valem para nós, mas deveriam também serem levados para a sociedade mineira. Precisamos analisar, propor e fazer manifestações”, questionou o engenheiro.
Cursos a Presencial SME
Administração, fiscalização e Diligenciamento de Obras de Engenharia
Gestão de Contratos de Projetos Industriais
Gestão de Projetos de Engenharia
Nr 10 (SEP) Segurança no sistema elétrico de Potência
Gerenciamento de Implantações: Fases do Empreendimento
Cursos a distância
Projeto De Conteudo Em Moodle Com Ferramentas Open Source
Gerenciamento de Projetos com o Open WorkBench
